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MAGAZINE LUIZA

quarta-feira, 30 de junho de 2010

LÉO ALCÂNTARA DESISTE DA REELEIÇÃO PARA APOIAR CANDIDATURA DE LÚCIO

Léo explicou que essa posição evitaria algum tipo de ciumeira ou divergência nas bases da coligação pró-Lúcio, formada pelo PR com o PPS

O deputado federal Léo Alcântara, filho do candidato a governador pelo Partido a República (PR), Lúcio Alcântara, confirmou, nesta quarta-feira, 30, que não vai postular reeleição. “Resolvi me dedicar à campanha do meu pai”, avisou, explicando que essa posição evitaria algum tipo de ciumeira ou divergência nas bases da coligação pró-Lúcio, formada pelo PR com o PPS. Léo Alcântara garantiu que, com a decisão, os prefeitos que o apoiavam deverão ficar livres para respaldar outros nome da legenda.
O parlamentar não diz, mas fontes do PR garante que ele sai do cenário político-eleitoral para evitar polêmicas do passado. Na época em que disputou a reeleição, Lúcio Alcântara enfrentou questionamentos sobre “interferências domésticas” que chegaram a ser levantadas pelo senador tucano Tasso Jereissati em sua gestão. A partir disso, Tasso se afastara do governador e suas bases passaram a respaldar o nome do hoje governador Cid Gomes (PSB).
Léo Alcântara disse que a entrada do seu pai na disputa governamental chegou como forma de dar aos cearenses uma opção por alguém que fará oposição responsável e em condições de apresentar um plano de governo capaz de dar ao Estado melhores perspectivas. “Faz muito tempo que ele (Lúcio) dizia que o Ceará precisava de opção e que a unanimidade que existia era unanimidade artificial, tanto que logo se quebrou e em várias partes”, observou, destacando que o ex-governador se colocou na oposição desde o primeiro dia da atual gestão.
O parlamentar reiterou que Lúcio Alcântara fará campanha pró-Dilma Roussseff (PT), porque faz parte da base aliada do presidente Lula e que espera contar com a presença dela na campanha lucista em breve. Lembrando que Dilma é apoiada pelo governador Cid Gomes (PSB), observou: “O que eu tenho ouvido é o que a candidata tem dito é que onde houver dois palanques da base aliada ela virá. Nós não iríamos usar o nome dela ou a marca se não tivéssemos autorização”.
Ele revelou que o candidato Lúcio Alcântara está finalizando um programa de governo, para cumprir determinação da legislação eleitoral que exige agora essa providência quando do registro. No conteúdo desse programa, um dos destaques é segurança pública. “Esse programa trará propostas que possam ser implementada na área a segurança pública. Existe uma insatisfação latente no Estado do Ceará. Os homicídios cresceram, assaltos bancos cresceram , furtos a carros em semáforo cresceram”.

terça-feira, 29 de junho de 2010

LÚCIO ALCANTARAS CONFIRMA SUA CANDIDATURA AO GOVERNO

Lúcio Alcântara entre Alexandre Pereira, do PPS, e candidato ao Senado; e Cláudio Vale, candidato a vice


A convenção estadual que homologará a nova chapa para disputar a sucessão estadual vai acontecer nesta tarde

Lúcio Alcântara (PR), ex-governador do Ceará, se apresentou ontem como candidato à sucessão estadual. Seu companheiro de chapa é o empresário Cláudio Vidal Vale (PPS). A chapa majoritária é composta ainda pelo empresário Alexandre Pereira como candidato ao Senado da República. A coligação será homologada nesta terça-feira, durante a convenção que será realizada, a partir das 16 horas, no Ginásio Poliesportivo da Parangaba.
Ao se apresentar, mais uma vez, como candidato ao Governo, Lúcio Alcântara considerou o momento como histórico tanto para a sua vida como para a política do Ceará porque está rompendo com uma tentativa de imposição, de uma unanimidade que não reproduzia o sentimento popular.
Na sua concepção o que havia era um projeto para tirar o povo da jogada, era uma eleição sem povo, a partir de uma unanimidade forçada, artificial e que a estratégia era monopolizar os partidos políticos.
Revelou também que tentaram de todas as formas lhe isolar, lhe impedir de ser candidato, mas estava determinado por ter senso de responsabilidade política e não deixaria que o povo cearense passasse por essa vergonha e humilhação.
"Quem supunha que esse processo eleitoral seria morno, sem vida, esqueceu-se que esta é uma terra de homens e mulheres fortes, que resistem. E é por esse povo determinado que hoje confirmo a minha candidatura a Governador do Estado".
Ao afirmar que "pode até se humilhar uma pessoa, mas não se humilha uma ideia", o ex-governador saudou "os que acordaram a tempo para se unir nessa cruzada que é do restabelecimento, do respeito à vontade do povo e dos postulados da democracia no Ceará". Confessou que o seu desejo era ser candidato a deputado federal, mas sua trajetória pessoal e política "não me permite vacilar em um momento como este".
Retrovisor
Para Lúcio Alcântara "enquanto o Brasil seguiu adiante, perseguindo seu projeto de futuro, cuidando de sua gente, o Ceará parou, ficou olhando pelo retrovisor para voltar à práticas que já haviam sido banidas deste Estado. O loteamento de cargos, o uso da máquina do Governo para fazer politicagem, tudo isso o Ceará já não via e voltou a acontecer, num retrocesso político que a nossa sociedade não mais aceita. Priorizou máquinas e equipamentos e se esqueceu do principal que é o povo".
Ao responder perguntas de alguns jornalistas o presidente regional do Partido da República (PR) disse que há muito estava envolvido com a apresentação de uma candidatura, saudou a decisão do PSDB de apresentar candidato e assegurou que sua postulação não faz parte de nenhuma estratégia conjunta com os tucanos.
Ao apresentar seu companheiro de chapa, Cláudio Vale, advogado, jovem e empreendedor, disse que também tem tradição política, pois seu avô, Chico Vale, foi deputado estadual. Em rápido pronunciamento Cláudio Vale se colocou à disposição para trabalhar com Lúcio Alcântara e confessou que muito lhe revolta o fato de a juventude estar entregue ao crack.
Senado
O candidato a senador, Alexandre Pereira, disse que em muitos momentos tentaram separá-lo de Lúcio Alcântara, mas suas candidaturas mostram a coerência de quem quer um Ceará melhor e não concordam com a oligarquia que querem montar no Ceará. Para ele o que mais demorou na apresentação da chapa foi a questão nacional, mas ficou acertado que quando José Serra, candidato do PSDB à presidência da República, estiver no Ceará, ele (Alexandre) estará no palanque de Serra e quando a candidata do PT, Dilma Roussef, vier Lúcio estará integrado à campanha dela.
O PR ainda busca a parceria do Partido Trabalhista Cristão (PTC) e do Partido Republicano Progressista (PRP) para as eleições deste ano.

MERUOCA IMPLANTA O PROGRAMA ESCOLA ATIVA VOLTADO PARA OS QUE MORAM NO CAMPO

O Município de Meruoca está implantando o Programa Escola Ativa para o melhoramento da qualidade da educação.
Este Programa vai viabilizar melhorias para as turmas multisseriadas sediadas no campo.
A educação do campo sempre esteve à margem das prioridades educacionais no país, e com este Programa Escola Ativa, haverá a revitalização da escola do campo, que contará com aplicação de recursos próprios e de formação adequada a multiplicadores, visando a atingir sua finalidade.
No município de Meruoca está sendo feito o repasse das formações recebidas em Fortaleza, através da capacitação dos professores das multisséries do campo, gerando expectativa pela visualização de uma melhor possibilidade de qualificação tanto dos profissionais quanto dos alunos que se encontram nesta realidade.

segunda-feira, 28 de junho de 2010

ELEIÇÕES NA BAHIA: DILMA NO PALANQUE DE JAQUES

Dilma Rousseff evitou declarar em quem recomenda o voto na Bahia e não opinou sobre campanha de José Serra
Há uma semana, ela apareceu na convenção de Geddel Vieira Lima, que também concorre ao Governo baiano
Com uma hora de atraso, a candidata à Presidência da República, Dilma Rousseff (PT), participou na manhã de ontem, em Salvador, da convenção que oficializou a candidatura do governador Jaques Wagner (PT) à reeleição na Bahia. Dilma também era esperada em convenções realizadas em Fortaleza e Brasília, mas explicou a ausência por meio de nota especial lida nos eventos.
Na chegada, a candidata à presidência não quis responder às perguntas sobre a crise envolvendo a definição do vice na chapa adversária de José Serra (PSDB). "Não é correto me manifestar sobre problemas das outras candidaturas. Cada campanha tem suas características. A minha é uma aliança", se limitou à dizer diante da pergunta sobre como avalia a possibilidade da configuração de uma chapa "puro-sangue" no PSDB em âmbito nacional.
Apesar da recusa, integrantes da campanha petista presentes ao encontro comemoravam reservadamente as divergências públicas entre DEM e PSDB para a definição do vice de Serra. Uma semana depois de participar da convenção de Geddel Vieira Lima (PMDB), adversário de Wagner na Bahia, Dilma também evitou declarar em quem recomenda o voto no Estado. Ao lado dela, o governador do PT exibia aos cinegrafistas e fotógrafos, nesse instante, uma camisa com os nomes dele e de Dilma bordados ao lado do número 13, o número do PT.
Vantagem
Sobre a liderança na pesquisa Ibope divulgada na última quarta-feira - ela aparece cinco pontos percentuais à frente de Serra -, Dilma voltou a dizer que não subirá em "salto alto" nem sentará na cadeira antes da hora, em referência à disputa em que o tucano Fernando Henrique Cardoso foi fotografado na cadeira de prefeito de São Paulo, em 1985. Ele, entretanto, acabou perdendo as eleições para Jânio Quadros. "Quem sentou na cadeira antes, perdeu a eleição. Tiveram até que desinfetar a cadeira", disse Dilma.
Machismo
A candidata do PT também voltou a dizer que aqueles que dizem que ela vem sendo uma marionete do presidente Luiz Inácio Lula da Silva têm uma avaliação machista. "Já fui acusada de ser uma mulher forte demais mandando em um governo de homens. Agora, acontece exatamente o contrário. (...) Em uma ocasião é forte demais. Em outra, frágil demais. Não sou nem uma coisa nem outra, sou como qualquer outra mulher", disse.
O encontro do PT baiano reuniu cerca de 3.000 pessoas no Centro de Convenções de Salvador. Por volta das 13h, os candidatos presentes começaram a fazer os discursos.
Em entrevista à imprensa, antes do evento, o candidato ao Senado Walter Pinheiro (PT) afirmou que a sociedade do Estado saberá distinguir, entre Wagner e Geddel, quem tem "o verdadeiro DNA petista".

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