sexta-feira, 26 de outubro de 2012

Cid diz que PSB vota em Dilma

Governador Cid Gomes dá entrevista ao jornal da TV Diário, na manhã da última quarta-feira, falando sobre a sucessão em Fortaleza


O governador Cid Gomes vai permanecer no Governo até o último dia do seu mandato, pois não pretende disputar nenhum cargo eletivo nas eleições de 2014. Se a presidente Dilma Roussef (PT) for candidata a reeleição a tendência do seu partido (PSB) é apoiá-la. Isso foi o que declarou em entrevista aos veículos que integram o Sistema Verdes Mares, na última quarta-feira.
Afastado da chefia do Executivo desde a última segunda-feira para se dedicar, em tempo integral, à campanha de Roberto Cláudio (PSB) à Prefeitura de Fortaleza. Para ele, a disputa realmente está acirrada e se o resultado das urnas revelar o que demonstram as pesquisas de opinião pública quem vencer terá uma maioria da ordem de 5%, o que é uma vitória apertada. Segundo Cid, toda eleição é difícil e "infeliz é quem acha que ganha eleição de véspera. Só se ganha trabalhando até o último minuto e ainda acompanhando o processo de apuração".
Considera o governador que o primeiro turno das eleições foi muito complicado porque dez candidatos participaram da disputa, cada um dizia uma coisa e isso até confundia o eleitor. Agora, com apenas duas opções, o quadro está mais claro porque quem está satisfeito com a administração da prefeita Luizianne Lins vota no candidato dela e quem acha que Fortaleza precisa de renovação, precisa de mudança, vota em Roberto Cláudio.
Estratégia
Ele está confiante no sucesso da campanha do seu candidato e lembra que no primeiro turno de votação o candidato Elmano de Freitas obteve 25% da votação e os demais 75%. Dos oito candidatos que não foram para o segundo turno três declararam neutralidade e cinco apoiam a candidatura de Roberto Cláudio. Reconhece que a transferência dos votos desses candidatos para Roberto Cláudio não é uma operação matemática, mas espera que o sentimento de renovação se reflita nas urnas.
Para estas últimas horas de campanha, a estratégia está definida. Até para o dia da eleição, diz o governador, o partido montou uma estratégia de trabalho porque muita gente sai de casa sem saber ainda em quem vai votar, confessou. Ao ser interrogado se essa estratégia era um trabalho de boca de urna, disse que não porque esta é proibida, mas o eleitor pode ir votar com uma camisa cuja cor se identifique com uma candidatura. Além disso, antes de sair de casa o eleitor pode ligar para um amigo. "Essa estratégia está montada e milhares de pessoas, voluntariamente, vão trabalhar nesse esforço".

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