terça-feira, 23 de junho de 2009

LUIZIANE LINS DIZ QUE NÃO HÁ CRISE

Prefeita diz ainda que inauguração da 1ª Etapa do Hospital da Mulher ocorrerá somente no 2º semestre deste ano

´Considero greve quando há realmente prejuízo ao servidor público, mas eu não estou vendo isso acontecer´, disse a prefeita Luizianne Lins (PT), durante entrevista cedida ao telejornal CE TV 1ª Edição da TV Verdes Mares, ontem pela manhã. A gestora ressaltou que quase 20 mil servidores serão beneficiados com a implementação total dos Planos de Cargos Carreiras e Salários (PCCS), em julho, os quais, por si só, já encaminham o crescimento dos funcionários. ´Agora, implantar os planos e dar mais o reajuste linear, não dá´, frisou a petista, que falou ainda do projeto de urbanização da orla marítima da capital cearense e do atraso das obras do Hospital da Mulher. Segundo Luizianne Lins, as greves que estão sendo deflagradas entre os servidores são muito mais político/partidaristas do que paralisações de fato. Por este motivo, Luizinne Lins informou que somente tratará diretamente com as categorias, dando prioridade aqueles que não serão beneficiados com a implantação dos PCCS, como Garis e servidores da Usina de Asfalto. A petista também fez questão de afirmar que, ao contrário do que muitos estão dizendo, ´a administração pública não está parando´. Hospital da Mulher Hoje, na Câmara Municipal de Fortaleza (CMF), deve ser votada, após 1ª discussão, as mensagens do Executivo que garantem benefícios aos garis, servidores da Usina de Asfalto e agentes comunitários da Prefeitura. Segundo o líder da prefeita naquela Casa, vereador Acrísio Sena (PT), a ordem é de que as propostas sejam deliberadas, logo hoje, sem emendas. No que se refere ao atraso das obras do Hospital da Mulher a prefeita foi incisiva: ´tivemos problemas financeiras´. A gestora destacou a ´glosagem´ dos recursos que seriam encaminhados pelo Governo Federal (cerca de R$ 30milhões) e as quedas na arrecadação e repasse do Fundo de Participação Estadual (FPE) e do ICMS, os quais, juntos, representam R$ 56 milhões a menos nos cofres do tesouro municipal. ´Estamos vivendo uma crise financeira que ninguém esperava´, enfatizou, informando que tais recursos seriam revertidos para a obra do hospital. Apesar das dificuldades, a petista garantiu que vai entregar o 1º módulo do Hospital da Mulher, prometido para dezembro do ano passado, no segundo semestre deste ano.

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