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MAGAZINE LUIZA

segunda-feira, 28 de março de 2011

OTAN ASSUME CONTROLE DE MISSÃO NA LÍBIA

Segundo a Organização, o objetivo do operação militar será proteger civis e as áreas ameaçadas por Kadafi

Rebeldes comemoram a conquista de duas cidades no leste do país, Ras Lanuf e Ben Jawad. Ontem, a coalizão internacional intensificou os ataques à Trípoli e Sirte

Após oito dias das operações da coalizão internacional na Líbia, o secretário-geral da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan), Anders Fogh Rasmussen, declarou, ontem, que os EUA já repassaram à aliança o controle total da missão que implementa a resolução 1973, aprovada pelas Nações Unidas. Enquanto isso, aeronaves das potências intensificaram bombardeios a capital Trípoli e à Sirte, cidade natal do ditador Muammar Kadafi.

Em reunião de cúpula em Bruxelas, sede da aliança militar, os 28 países-membros da Otan fecharam um acordo para implementar todos os aspectos da resolução 1973 aprovada pelas Nações Unidas.
"Os aliados da Otan decidiram assumir a operação militar na Líbia por completo, sob a resolução do Conselho de Segurança das Nações Unidas. Nosso objetivo é proteger os civis e as áreas habitadas por civis sob ameaça do regime de Kadafi. A Otan implementará todos os aspectos da resolução da ONU. Nada mais, nada menos", disse Rasmussen.
A decisão foi antecipada na semana passada pelo chanceler da Turquia, Ahmet Davutoglu, após teleconferências com seus colegas dos EUA, França e Reino Unido.
Ao mesmo tempo em que a Otan selou o controle das operações, a coalizão internacional intensificou os ataques sobre Trípoli, e passou a bombardear também a cidade natal de Kadafi, Sirte, para onde os rebeldes avançam por terra e onde pretendem chegar nas próximas horas. Após reconquistarem duas cidades no leste do país, Ras Lanuf e Ben Jawad, os rebeldes marcham rumo ao oeste.
"Os rebeldes tomaram Ben Jawad e ficaram ali, não continuaram", informou o porta-voz dos revolucionários, Muhamad Mergirby.
Saída diplomática
O ministro italiano das Relações Exteriores, Franco Frattini, anunciou a possibilidade de que a Itália e a Alemanha proponham um plano conjunto para uma solução diplomática da crise líbia numa cúpula em Londres com seus colegas dos países da coalizão. "Temos um plano e veremos se poderá se traduzir em uma proposta ítalo-alemã", disse Frattini.


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